Processos erosivos da trilha Noroeste – Parque Estadual Pico do Marumbi

01/12/2011

Everton Passos, Ednilson Feola

RESUMO:

A presente pesquisa tem como objetivos identificar e analisar a inter-relação entre alguns indicadores do meio físico e os processos erosivos mais atuantes em um segmento da trilha Noroeste no Parque Estadual Pico do Marumbi, localizado no município de Morretes – PR. A pesquisa constitui-se em realizar o levantamento de campo de indicadores do meio físico que são compostos por alguns elementos da paisagem e alguns experimentos. Dentre os elementos da paisagem verificaram-se declividade, a área da seção transversal da trilha, coletas de solo (propriedades físicas do solo) e índice de cobertura vegetal. No que diz respeito aos experimentos, foram quantificados o índice de pluviosidade, o escoamento superficial e sedimentação, a erosão por salpicamento, a taxa de infiltração, a estimativa de perda de solo e a compactação do solo. A utilização desses indicadores, não segue apenas um procedimento metodológico, mas sim adaptações de diferentes procedimentos,. A utilização de diferentes procedimentos metodológicos demonstrou-se satisfatória, pois, por meio dos indicadores do meio físico propostos, verificou-se a real atuação dos processos erosivos junto à trilha, sendo que os indicadores foram preponderantes à análise. Conclui-se que a concentração de fluxo hídrico na trilha e a declividade são as principais causas da erosão, que podem ser amenizadas com algumas medidas de manejo, entre elas a dissipação do volume da enxurrada canalizada no interior da trilha, através da construção de pequenos canais e terraços ao longo de sua extensão, e a cobertura do solo exposto da trilha com serrapilheira, que favorecerá algumas propriedades físicas do solo, obtendo-se logo menor degradação.

Palavras chaves: erosão do solo, trilha de montanha, indicadores do meio físico.

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Manejo de trilhas no Parque Nacional da Serra Dos Orgãos

22/11/2011

Lia Lutz Kroeff, Telma Mendes da Silva

RESUMO:

O objetivo geral desse trabalho é contribuir com técnicas de planejamento e manejo de trilhas, com foco na etapa de definição do traçado. Pretende-se elencar aos administradores de Unidades de Conservação as variáveis chaves que devem ser atentadas no momento de planejamento de novas trilhas, a fim de que os impactos sejam minimizados, principalmente a erosão. Esse objetivo está calcado na hipótese de que as trilhas constituem-se áreas mais sensíveis da paisagem, por acarretarem mudanças em sua dinâmica.

Palavras-chave: manejo de trilhas, erosão, Serra dos Orgãos

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Atividade Erosiva em Trilhas na Serra do Cipó, Minas Gerais

23/09/2011

Laura Gualtieri-Pinto; Felipe Fonseca de Oliveira; Manuela de Almeida-Andrade; Hilton Ferreira Pedrosa; Wellington Aguilar de Santana; Múcio do Amaral Figueiredo.

RESUMO: O presente trabalho foi realizado no Parque Nacional da Serra do Cipó, cujo foco investigativo aborda a deterioração física do solo no leito principal da trilha da Cachoeira do Sobrado. O monitoramento da atividade erosiva é um das técnicas utilizadas para o diagnóstico do estado de conservação e de segurança para os usuários das trilhas. O método de monitoramento utilizado foi o cálculo da Área Seccional Transversal, consistindo na realização de perfis transversais em determinados pontos das trilhas, obtendo-se resultados de perda e/ou acúmulo de sedimentos pelo cálculo da variação da área em centímetros quadrados. Os resultados mostram que em alguns pontos monitorados houve erosão e em outros, acúmulo de sedimentos. Quando comparados com resultados apurados em países do hemisfério norte para o mesmo período de monitoramento, a área de erosão nas trilhas medida pelo presente trabalho é bem menor. Esse tipo de monitoramento é importante, pois pode apontar situações tais como o aumento do grau de dificuldade para o trânsito de andarilhos, ciclistas e cavalos de montaria no leito principal da trilha, o que os estimularia a abrirem trilhas secundárias, modificando ainda mais o ecossistema e os solos das proximidades, além de subsidiar os gestores da unidade de conservação com dados específicos.

Palavras-chave: atividade erosiva, trilhas, área seccional transversal

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Impacto ambiental de trilhas no maciço da Tijuca, Rio de Janeiro

30/06/2011

Adriano Severo Figueiró, Ana Luiza Coelho Netto 

RESUMO:

Este trabalho teve por objetivo identificar e avaliar o gradiente ambiental gerado pela existência de trilhas em áreas de borda na interface floresta – cidade, em duas áreas selecionadas com vizinhança de diferentes graus de adensamento urbano (área do Catrambi – alta densidade urbana, e área do Soberbo- baixa densidade), na Floresta da Tijuca – Rio de Janeiro (RJ). Tomou-se como hipótese inicial que o aumento da pressão urbana implica em um adensamento de trilhas não planejadas na área florestal contígua, acarretando uma modificação na dinâmica do efeito de borda, acelerando sua propagação, especialmente no que se refere às mudanças estruturais da vegetação e microclimatológicas, com rebatimento direto na funcionalidade do sistema ambiental. Os levantamentos de campo ficaram restritos a quatro variáveis principais: análise da estrutura da vegetação nas margens das trilhas e caminhos, Densidade Aparente do Solo no leito das trilhas, variabilidade microclimática entre as trilhas e o interior da borda florestal e, finalmente, análise da serapilheira acumulada nas parcelas localizadas às margens das trilhas. 

Palavras-chave: gradiente ambiental , Floresta da Tijuca, trilhas

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Mapeamento da trilha frontal do morro Anhangava

03/02/2011

Edson Struminski 

RESUMO

A trilha frontal do morro Anhangava e suas variantes é o trajeto mais usado pelos visitantes atualmente para a subida desta montanha. Elas permitem que o visitante percorra todos os seus ambientes naturais, das florestas com Araucária aos refúgios de altitude. Apesar de já ter sofrido uma série de intervenções em prol da sua conservação, esta trilha ainda apresenta locais degradados e até o momento não havia recebido um estudo detalhado completo que pudesse permitir uma atuação planejada oficial como a que se espera de um trajeto importante dentro de um parque estadual. O presente estudo pretende suprir esta demanda, apresentando um diagnóstico baseado na ecologia de trilhas, bem como detalhamentos em croquis e tabelas para orientar as futuras intervenções a serem realizadas no local.

Palavras-chave: morro Anhangava, ecologia de trilhas

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Implantação de trilhas nos Mananciais da Serra

18/12/2009

RESUMO

Este projeto realizou a  implantação de quatro trilhas nos Mananciais da Serra, Piraquara- Pr. Tendo por base a metodologia de Ecologia de Trilhas,  o projeto recuperou trilhas e estradas degradadas pelo uso pedestre e automotivo, realizando trabalhos de contenção de erosões e manejo da vegetação na borda das trilhas, retirando espécies invasoras e oportunistas e, permitindo com isto, que fosse reduzido também o risco de incêndios. O trabalho coincide com a comemoração dos 100 anos de implantação do sistema de captação de água nos Mananciais da Serra, em 1908. As trilhas recuperadas valorizam aspectos históricos destes mananciais.

Palavras-chave: trilhas, Mananciais da Serra, Floresta Atlântica

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Trilhas do Parque Estadual da Pedra Branca (RJ)

29/07/2009

Costa, V. C. da, et al 

RESUMO

O Parque Estadual da Pedra Branca encontra-se inserido no centro geográfico do Município do Rio de Janeiro.  A área piloto do presente trabalho abrange sua porção menos degradada, a vertente leste (voltada para o bairro de Jacarepaguá). Buscando subsidiar o manejo do turismo sustentável dessa área, este trabalho visa detectar, analisar e desenvolver propostas de ecoturismo para as trilhas com maior potencial para atividades interpretativas, através de ações de educação ambiental. Elas foram hierarquizadas a partir da conjugação entre os aspectos geográficos, o seu estado de conservação e a possibilidade de utilização para visitação e práticas ligadas ao ecoturismo.  Foram destacadas duas trilhas principais para este estudo.

 Palavras-chave: trilhas, Parque Estadual da Pedra Branca, Rio de Janeiro

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