Solos e vegetação nos complexos de altitude da Mantiqueira e do Espinhaço

Vinicius de Melo Benites, Alessandra Nasser Caiafa, Eduardo de Sá Mendonça,  Carlos Ernesto Schaefer e João Carlos Ker 

RESUMO:

Complexos Rupestres de Altitude compreendem biomas singulares que ocorrem nas cimeiras das principais cadeias montanhosas do Brasil. Diferem-se dos biomas dominantes pelas características dos solos e da biota, apresentando altas taxas de diversidade e endemismos. A vegetação apresenta adaptações às condições adversas do solo e ao fogo. Os solos são rasos, arenosos, oligotróficos e ricos em alumínio trocável. São encontrados horizontes húmicos e até mesmo orgânicos. Grande parte do carbono ocorre na forma de ácidos fúlvicos. Observa-se a iluviacão de matéria orgânica no solo sendo formados horizontes espódicos e rios negros. O material orgânico apresenta forte melanização em função da grande quantidade de fragmentos de carvão encontrados no solo, os quais são um testemunho de incêndios naturais. Solos sobre quartzito diferem dos solos sobre rochas ígneas por serem ainda mais pobres em nutrientes. Os processos de pedogênese observados apontam a degradação natural destes ambientes nas atuais condições climáticas. 

Palavras-chaves: solos altimontanos, campos rupestres, campos de altitude

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