Escalada na Educação Física Escolar. Orientação adequada para a prática segura

25/01/2011

José Ricardo Auricchio

Resumo

Este estudo vem mostrar a importância de uma boa formação profissional do Professor de Educação Física a fim de especializar-se no esporte da escalada para que possa em suas aulas passar uma orientação adequada aos alunos para uma prática segura. Abordamos o que são os esportes radicais e como eles chegaram até as aulas de educação física nas escolas e também a escalada esportiva desde sua origem e a formação do Professor de Educação Física nos dias atuais.

Palavras-chave: escalada, educação física, prática segura

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Classificação de montanhas pela altura

25/01/2011

Antonio Paulo Faria 

RESUMO

Existem algumas formas para definir montanhas e classificá-las em classes de tamanho em função de alguns parâmetros: altura, altitude e zona alpina. Neste trabalho é sugerida uma classificação baseada no relevo relativo (altura) que define o seguinte: montanhas baixas têm entre 300 e 1.000 m de altura, as médias entre 1.000 e 3.000 m e as altas, acima de 3.000 m de altura. Os dados mostram que o Dhaulagiri (8.167 m) pode ser a montanha mais alta da Terra, cuja altura chega a 5.700 m, enquanto o Everest (8.850 m) possui uma altura modesta, de 3.200 m. As maiores montanhas brasileiras têm altura de aproximadamente 1.800 m e extensão das vertentes com cerca de 4.000 m e as maiores escarpas rochosas no país têm entre 700 e 1.000 m de altura.

Palavras-chave: montanhas; alturas; classificação; escarpas.

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Geoconservação e desenvolvimento sustentável na Chapada Diamantina

25/01/2011

Ricardo Galeno Fraga de Araújo Pereira

RESUMO

A Chapada Diamantina é uma região situada na porção central do estado da Bahia, no nordeste brasileiro, dentro do contexto geológico do Cráton do São Francisco. Este território abriga uma geodiversidade constituída por um conjunto de rochas sedimentares, localmente com baixo grau de metamorfismo, de idade proterozóica, reunidas estratigraficamente nos Grupos Rio dos Remédios, Paraguaçu, Chapada Diamantina e Una. Sobre estas rochas se desenvolveram relevos serranos, planaltos e sistemas cársticos, que hoje em dia representam importantes atrativos turísticos. Para além disto, esta geodiversidade guarda informações importantes para a compreensão da evolução geológica do planeta Terra, desde o Éon Proterozóico. No âmbito desta tese de doutoramento foi realizado um inventário do patrimônio geológico da Chapada Diamantina, que resultou em um levantamento de 40 geossítios, na sua maioria de interesse geomorfológico. Em seguida estes geossítios foram sujeitos a uma valoração, através de uma proposta de metodologia baseada em quatro categorias de valores: intrínseco (Vi), científico (Vci), turístico (Vt) e de uso e gestão (Vug). A partir destes valores foram calculados os usos potenciais para fins científicos (VUC), turísticos (VUT), de conservação (VC) e a Relevância (R) dos locais inventariados. Para os locais que obtiveram VC acima da média obtida para o conjunto de geossítios, foram propostas ações de interpretação, valorização, divulgação e monitoramento. Estas ações integram um plano de geoconservação, cuja implementação poderá contribuir para a criação de geoparques. Neste sentido, foi também proposta, no âmbito deste plano, uma metodologia para a delimitação destas unidades, baseando-se na interseção dos limites municipais, com os limites geológicos, estruturais e morfológicos da Chapada Diamantina.

Palavras Chave: geoparques, Chapada Diamantina

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Atividades físicas de aventura na natureza: trajetória na região de São Carlos

25/01/2011

Janaina de Freitas Munhoz , Luiz Gonçalves Junior

RESUMO:

As Atividades Físicas de Aventura na Natureza (AFANs) estão cada vez mais presentes no lazer das pessoas. Para melhor entendimento de como estas atividades se instalaram e se desenvolvem na região de São Carlos, realizou-se estudo com dois grupos, Grupo Alpino Excursionista (GAE) e Centro Universitário de Montanhismo e Excursionismo (CUME). Utilizando como metodologia a História Oral, identificou-se o processo de constituição dos dois grupos, sua influência na divulgação das AFANs (atividades e técnicas) na região, bem como o desenvolvimento pessoal dos participantes sobre respeito ambiental.

Palavras Chave: lazer; aventura; montanhismo

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Contribuições do montanhismo para a educação ambiental

25/01/2011

Guilherme Menezes Betiollo, Suzana Schuch Santos

RESUMO

O séc. XXI traz novas perspectivas à sociedade e às suas expressões sociais, dentre elas o esporte. O lazer, gradualmente, passa a ser visto como algoimpo rtante, e as atividades junto à natureza surgem como uma nova dimensão social para o esporte deste século. Estas atividades promovem uma reaproximação do homem com a natureza, resgatando valores como liberdade, cooperação e solidariedade. Acreditando na importância da educação ambiental para um desenvolvimento sustentável e na contribuição das atividades na natureza – no contexto esportivo – para este fim, este trabalho verificou, em montanhistas, a existência e a modificação de atitudes, comportamentos e valores que contribuem para o educar ambientalmente. Foi realizado um estudo de caso com um grupo de pesquisa composto por 6 montanhistas e os instrumentos utilizados foram a observação, memoriais descritivos e entrevista. Após a análise dos dados, verificou-se que existe uma significativa aproximação entre a prática do montanhismo e as aprendizagens relativas à educação ambiental.

Palavras-chave: atividade na natureza, educação ambiental, esporte.

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Proposta para criação do Monumento Natural da Pedra do Baú

25/01/2011

RESUMO

O presente relatório contém a proposta para criação do Monumento Natural Estadual da Pedra do Baú, no município de São Bento do Sapucaí-SP. Ele foi elaborado a partir de estudos técnicos realizados por uma equipe de consultores e por técnicos da Secretaria de Estado do Meio Ambiente, com apoio da prefeitura municipal local

Palavras-chave: Pedra do Baú, Monumento Natural

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Montanhismo: o estudo dos povos de montanhas em prol da elaboração de políticas socioambientais

25/01/2011

Carlos Frederico Marés de Souza Filho, Camila Dias dos Reis

RESUMO

Os ambientes montanos, apesar de possuírem ecossistemas diversos e extremamente ricos, além de notável sociodiversidade, mostram-se demasiadamente frágeis e específicos, sendo de suma importância que sejam conservados para a manutenção da vida no planeta. Assim, a preservação das regiões montanhosas e de seus povos, é de fato relevante no cenário ambiental internacional, merecendo a devida atenção. Observa-se, todavia, que são escassos os estudos desenvolvidos sobre as montanhas e suas populações locais, principalmente no âmbito das ciências jurídicas e, em especial, no Brasil e demais países latino-americanos. Talvez por essa razão, sejam também insuficientes os esforços empreendidos na elaboração de políticas especificas que visem à proteção integrada destes espaços naturais, o que gera inúmeros conflitos socioambientais entre os povos que freqüentam e habitam tais regiões. Assim, o presente estudo apresenta os povos de montanha enquanto populações tradicionais, merecedoras de direitos socioambientais oriundos de políticas públicas específicas.

Palavras-Chave: montanhismo, povos de montanha.

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