A Serra do Japi, sua origem geomorfológica e a Teoria dos Refúgios

06/11/2012

Aziz Ab´Sáber

RESUMO

Neste artigo Aziz Ab´Sáber refaz a história evolutiva da Serra do Japi, desde o Jurássico, quando ela ainda nem existia, até a passagem do Pleistoceno ao Holoceno, quando devido à ultima grande glaciação, a Serra do Japi sofreu um rearranjo florístico conformando um refugio florestal com a expansão de vegetação seca das caatingas.

Palavras-chave: Serra do Japi, refúgio florestal

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Geomorfologia da região de Jaraguá, em São Paulo

06/11/2012

Aziz Ab´Sáber

RESUMO

Trata-se de um interesse artigo sobre a geomorfologia e geologia do Pico do Jaragua em São Paulo, numa abordagem geográfica que não perde valor cientifico e agrega pela facilidade de compreensão do assunto. Hoje, muito deste conhecimento está desatualizado, porém ainda assim é um artigo interessante, não apenas pelo valor histórico e epistêmico, mas pela descrição e dos detalhes. É quase que um volta à São Paulo na época em que os carros e os arranha céus ainda não dominavam a cidade.

Palavras-chave

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“Dedo de Deus”, um tipo de facetas triangulares em clima tropical úmido

06/11/2012

Aziz Nacib Ab´Sáber

RESUMO

Este curto artigo da década de 1960, apesar de parecer antigo, apresenta idéias sobre como evoluiram algumas formas topográficas de maior destaque no Brasil, que é aquilo que Ab´Sáber chama de “relevo Dedo de Deus”, montanhas situadas em frente à blocos montanhosos proeminentes com escarpa de falha. No caso, Aziz dá nome de Dedo de Deus à estas topografias exatamente porque o famoso pontão fluminense é um exemplo mor sobre esta forma de relevo. Neste artigo, no entanto, Aziz não dá exemplo do Dedo Deus propriamente dito, mas sim de outro pontão montanhoso localizado em frente ao Pico dos Marins em São Paulo, montanha que hoje em dia é reconhecida como nome de Pico da Mariana. O Relevo de Dedo de Deus ocorre com freqüência nas serras do Mar e Mantiqueira do Brasil, do Espírito Santo até o Rio Grande do Sul.

Palavras-chave: formação do relevo

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Escalada, uma ascensão à transcendência

18/03/2012

Dimitri Wuo Pereira, Vilma Leni Nista Piccolo 

RESUMO:

Compreender a transcendência de um escalador em seu momento na verticalidade é assunto delicado, pois tanto quanto um escorregão pode levá-lo ao abismo, um descuido na interpretação pode levar a conclusões simplistas. Esse estudo  procura na complexidade do fenômeno desvelar o conhecimento adquirido na escalada, os problemas que ela suscita a auto-organização gerada pela prática e as razões para continuar ascendendo. A literatura a respeito articulada das ideias de Edgar Morin foram as ferramentas utilizadas para escalar esse caminho íngreme rumo ao aprendizado que a escalada pode trazer ao ser humano.

Palavras chave: escalada, complexidade, conhecimento.

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Atividade sazonal e uso do ambiente por anfíbios no alto da Serra do Mar em São Paulo

18/03/2012

Luís Olímpio Menta Giasson 

RESUMO:

Estudos com anuros têm corroborado o padrão de diversidade da Floresta Atlântica, demonstrando que há grande variação na composição de espécies, mesmo entre localidades próximas neste bioma. Sob estas condições estudos de comunidades com anuros são de alta relevância e oportunos para investigar os fatores que estruturam as comunidades. Deste modo, foram caracterizadas as espécies de anuros de uma área de Mata Atlântica, detalhando a estrutura da comunidade. Investigou-se a organização sazonal das espécies, o padrão de uso do ambiente e a partilha dos recursos e asimilaridade com outras taxocenoses do Sul e Sudeste. Foram registradas 50 espécies de anuros sendo a ampla maioria tipicamente associada à Mata Atlântica. Localidades sob influência da Mata Atlântica são menos similares entre si do que as sob influência do Cerrado e Floresta Estacional Semidecidual. A estrutura dos subgrupos formados por taxocenoses da Mata Atlântica indica que além da influência da distância geográfica há também uma associação entre a composição de espécies e o gradiente de altitude.

Palavras-chave: anuros, Serra do Mar, São Paulo

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Morcegos do Parque Estadual do Pico Marumbi: frugivoria e germinação de sementes

17/03/2012

João Eduardo Cavalcanti Brito

RESUMO:

O Brasil é possuidor de uma das maiores riquezas de mamíferos do mundo, contando com pouco mais que 650 espécies. Neste grupo a ordem Chiroptera é determinante na diferença entre os padrões de diversidade de mamíferos em regiões tropicais e temperadas. Os morcegos frugívoros são importantes dispersores de sementes. No entanto, a eficiência de dispersão não depende somente da quantidade de sementes, mas também do tratamento que estas recebem. Assim, esse trabalho teve como objetivo identificar, analisar e comparar a comunidade, a dieta de morcegos e a germinação de sementes de infrutescências consumidas por morcegos do Parque Estadual do Pico do Marumbi (PEPM) na Serra do Mar paranaense.

Palavras-chave: morcegos frugívoros, Serra do Mar, Paraná

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Estrutura arbórea de florestas altomontanas de serras do Sul do Brasil

16/01/2012

Maurício Bergamini Scheer, Alan Yukio Mocochinski e Carlos Vellozo Roderjan

RESUMO

O presente trabalho teve os objetivos de agrupar informações sobre a estrutura arbórea da floresta altomontana da Serra do Mar paranaense e de compará-las com as de florestas altomontanas de outras serras do Sul e Sudeste do Brasil. Foram realizados levantamentos fitossociológicos em diversas montanhas de quatro importantes serras (ou subserras) do Paraná. Nas quatro subserras foram amostrados 2294 indivíduos (PAP ≥ 10 cm) pertencentes a 28 famílias, 43 gêneros e 78 espécies. Foi observada maior riqueza de espécies na amostragem da Serra Gigante (41 espécies), seguida pelas serras da Prata (37), da Igreja (34) e do Ibitiraquire (26). A altura média obtida para os indivíduos foi de 4,8 m, o PAP médio de 22,9 cm, a densidade média de 4779 ind/ha, a área basal média de 33,5 m2/ha e o índice de diversidade de Shannon total de 2,68 nat/ind. Agrupando informações de estudos realizados em outras subserras paranaenses, totalizando 11 levantamentos e 204 parcelas (10200 m2),  obteve-se uma matriz com 75 espécies determinadas, onde as cinco com maior porcentagem de importância estrutural foram Ilex microdonta, Siphoneugena reitzii, Drimys angustifolia, Ocotea porosa e Ilex chamaedrifolia. Os trechos amostrados na Serra do Mar do Paraná, apresentaram menor riqueza e diversidade que os da Serra da Mantiqueira (MG) e maior que os dos Aparados da Serra Geral (SC). Tais diferenças, possivelmente, estão relacionadas às influências antrópicas, das distâncias geográficas, dos diferentes centros de endemismo, dos entornos tropicais ou subtropicais dominantes, das feições geomorfológicas, entre outros fatores.

Palavras-chave: fitossociologia; floresta altimontana; Floresta Atlântica; floresta nebular tropical/subtropical

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