Perfil do Escalador Brasileiro, 2009

01/01/2010

Davi Marski

RESUMO

Com o intuito de saber um pouco mais sobre o perfil do escalador brasileiro, o autor realizou durante o ano de 2009, de forma totalmente independente, um levantamento nesse sentido. Houve a divulgação em listas de discussão, blogs e em vários sites de grande circulação. O preenchimento dos dados para a pesquisa esteve disponível por cerca de 2 meses e encerrou-se no dia 12 de outubro de 2009.

Os dados não possuem os campos com o nome do participante, email e comentários finais, preservando assim a privacidade de cada participante.

Conforme o autor, esta pesquisa está longe de ser definitiva e certamente pode possuiu erros (vícios) de tratamento, como por exemplo a participação apenas das pessoas com acesso a internet (sendo que certamente a comunidade escaladora é maior do que essa), algumas perguntas poderiam ter sido melhor formuladas e outras perguntas poderiam ter sido feitas.

O número total de participações foi de 739 pessoas

Palavras-chave: escaladores, sociologia

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O livro dos Friends

11/12/2009

RESUMO

Sempre existiu um rumor especial sobre os Friends. Os Friends sempre criaram uma opinião polarizada mais que nenhuma outra peça do material de escalada. Paradoxalmente, quando pergunta-se aos escaladores, eles não parecem confiar de todo neles. A maioria prefere confiar em um solitário nut à prova de bombas que no seu complicado equivalente mecânico. O Livro dos Friends não só explica porque funcionam os Friends, mas também como funcionam, onde o fazem melhor, assim como em que circunstâncias não funcionam.

Palavras-chave: escalada, friends

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Parque Estadual Pico do Marumbi – PR, um estudo das escaladas em rocha

12/08/2009

Wilson Baptista Honório Alves

 RESUMO

Este trabalho foi desenvolvido no Parque Estadual Pico do Marumbi, município de Morretes – PR, com o objetivo de realizar um estudo da atividade de escalada em rocha neste parque. Foi realizado um diagnóstico e fornecidas diretrizes para a manutenção e melhoria da atividade na localidade.

A metodologia utilizada foi uma visita in loco para estudo de caso, sendo os dados coletados através de pesquisa histórica documental e através do método de observação participante, que algumas vezes foi revelada e em outras não. O fruto da coleta destes dados foi que a localidade recebe um número muito inferior de escaladores do que poderia receber e que estes escaladores são atendidos de forma precária. Sendo assim necessita de um planejamento da atividade para que se aumente a demanda de escaladores para o parque e que estes tenham as informações e infra-estruturas necessárias para a prática segura do esporte.

Palavras-chave: escalada, diagnóstico, planejamento, demanda e infra-estruturas.

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Diretrizes para Escalada e Montanhismo em Áreas Naturais Protegidas

23/06/2009

RESUMO:

A Oficina sobre Diretrizes para Escalada e Montanhismo em Áreas Naturais Protegidas foi realizada no dia 22 de novembro de 2003 no auditório Solar da Imperatriz do Jardim Botânico do Rio de Janeiro. O evento contou com a participação de gestores e funcionários de unidades de conservação, técnicos do IBAMA, Ministério do Meio Ambiente e de outros órgãos ambientais além de representantes das federações e entidades representativas de montanhistas e escaladores de diversos estados brasileiros. O evento constituiu-se em um momento ímpar na história do montanhismo no Brasil em que montanhistas, escaladores e representantes de órgãos ambientais que administram as áreas protegidas discutiram e tiveram oportunidade de propor diretrizes para a gestão da escalada e do montanhismo em unidades de conservação. A iniciativa de realizar a oficina partiu de um Grupo de Trabalho coordenado pela Federação de Esportes de Montanha do Estado do Rio de Janeiro (FEMERJ), pela Federação de Montanhismo do Estado de São Paulo (FEMSP) e pela Federação Paranaense de Montanhismo (FEPAM). O grupo, composto por representantes de entidades de montanhismo e escalada e de órgãos ambientais formulou a proposta do evento e uniu esforços para sua realização. Os trabalhos foram desenvolvidos conforme o planejado.

Os resultados alcançados ao final da oficina foram: conceitos sobre escalada e montanhismo consensuados entre os participantes; elaboração de propostas de diretrizes para planejamento e gestão da escalada e do montanhismo em áreas protegidas; proposição de recomendações para as entidades representativas no sentido de atuarem para minimizar os impactos da escalada e do montanhismo em áreas protegidas.

Este relatório descreve o desenvolvimento dos trabalhos na oficina e apresenta os resultados das discussões.

Palavras-chave: montanhismo;  unidades de conservação

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