Katia Ribeiro, Alexandre Lorenzetto, Camila Rodrigues
RESUMO
O presente artigo apresenta propostas de diretrizes para o manejo de escaladas em áreas protegidas, a partir da experiência dos autores nas áreas de pesquisa, gestão de Unidades de Conservação (UC) e prática de escaladas. Diversas iniciativas têm mostrado os escaladores como efetivos parceiros voluntários da gestão das UC, principalmente no que se refere ao manejo de trilhas, resgates e criação de UC. Mas a atividade pode afetar uma biota específica, raramente atingida ou pesquisada por outros visitantes. São descritas algumas das experiências de parceria bem como estratégias de manejo que visam conciliar a demanda destes usuários especializados das montanhas e os desafios múltiplos de gestão e a fragilidade da biota rupícola, com base nos debates ocorridos na I Oficina de Discussão sobre Diretrizes para Escalada em Áreas Naturais Protegidas, ocorrida em novembro de 2003 no Rio de Janeiro, reunindo escaladores, biólogos e gestores de diversas esferas e organizações.
Palavras-chave: escaladas, unidades de conservação
