Escalada em rocha e seu potencial para a prática na região do município de União da Vitória

13/07/2009

Andrey Portela e Karin Juliana Sawiak Feitosa

RESUMO:

 
As atividades físicas de aventura vêem nos últimos tempos se expandindo de forma espantosa, proporcionando uma maior aproximação das pessoas com a natureza. Dentre todas as modalidades que são praticadas na natureza, a Escalada em Rocha é uma das que proporciona maior contato entre o homem e a mesma. O estudo teve como objetivo identificar e descrever o potencial da região do município de União da Vitória – PR para a prática da escalada em rocha, selecionando os possíveis locais para a prática e verificando o nível de interesse dos acadêmicos de Educação Física em relação à prática profissional e esportiva da escalada. Foram abordados no referencial teórico os seguintes assuntos: os esportes de aventura, o montanhismo, a escalada em rocha e o município de União da Vitória. Trata-se de uma pesquisa de campo, de caráter descritivo exploratório (ANDRADE, 1999). Os acadêmicos foram escolhidos através do processo de seleção probabilístico aleatório simples (MARCONI e LAKATOS, 2002), sem restrição à cidade onde residem, idade ou sexo, participando 45 acadêmicos em novembro de 2005. Para a coleta dos dados foram utilizados os seguintes instrumentos: ficha catalográfica, máquina fotográfica, fita métrica, mapa e carta topográfica e um questionário. Foi utilizada a estatística descritiva para o tratamento dos dados. Com base no estudo realizado, conclui-se que a região do município de União da Vitória possui um grande potencial para a prática, faltando incentivo e investimentos em infra-estrutura. Pôde-se verificar também que a grande parte dos entrevistados mostrou interesse tanto em praticar a escalada em rocha como se profissionalizar para trabalhar com este esporte.

 

Palavras-chave: escalada em rocha; União da Vitória.

Veja o trabalho completo aqui


A influência da fadiga no tempo de reação de praticantes de escalada em rocha

13/07/2009

Andrey Portela

RESUMO:

A escalada em rocha é um esporte que vem se desenvolvendo e tornandose cada vez mais popular no Brasil. O esporte é considerado por natureza perigoso onde, o risco está sempre presente e acidentes não são raros, sendo que muitos deles podem levar à morte exigindo atenção e cuidado de seus praticantes. Este estudo teve como objetivo avaliar o Tempo de Reação com estímulo visual simples, estímulo auditivo simples e de discriminação (Visual ou auditivo) de atletas de escalada em rocha considerando o nível de fadiga e a experiência no esporte. Trata-se de uma pesquisa de campo, de natureza descritiva diagnóstica (RUDIO, 1986), sendo realizado com escaladores de rocha da grande Florianópolis, investigando praticantes do sexo masculino sem restrição a idade e ao tempo de prática neste esporte. A amostra foi escolhida através do processo de seleção não probabilística intencional, participando da pesquisa 20 atletas, no período entre junho e julho de 2005. Para a coleta dos dados foi utilizado um software de avaliação do tempo de reação (ANDRADE et al., 2002), um questionário para caracterização dos escaladores, inventário de ansiedade estado – IDATE (SPIELBERGER et al., 1979), a escala RPE de Borg (BORG, 2000) e uma parede artificial de escalada em rocha. A estatística descritiva foi utilizada para o tratamento dos dados. A média do tempo de reação dos escaladores para os estímulos visuais, auditivos e de discriminação, que é de 315 (±48,03) ms, 304 (±52,22) ms e 347 (±49,45) ms respectivamente. Conclui-se que a influência da fadiga no tempo de reação é negativa e significativa para o desempenho dos escaladores, comprovando-se que quanto maior o esforço, maior a influência; Os diferentes níveis de experiência dos atletas nesta modalidade não foram um fator de interferência positiva no desempenho do tempo de reação.

Palavras-chave: escalada em rocha; tempo de reação; fadiga

Veja o trabalho completo aqui


Consumo de drogas lícitas e ilícitas por praticantes do esporte de aventura escalada em rocha

13/07/2009

Andrey Portela e Alexandro Andrade

RESUMO:


O estudo teve como objetivo descrever e analisar o uso de drogas lícitas e ilícitas entre os praticantes da escalada em rocha na Grande Florianópolis e em outros estados brasileiros, tendo como justificativa as indicações de Andrade e Portela (2000), sobre o grande número de praticantes que utilizam drogas ilícitas durante a escalada. A revisão de literatura abrangeu os tópicos “escalada em rocha, as drogas e o doping nos esportes”. Utilizou-se uma metodologia descritiva, aplicada, elaborando-se uma entrevista estruturada para ter um contato direto com os praticantes, com perguntas abertas, evitando inibir ou limitar suas respostas. A amostra não-probabilística intencional contou com 73 escaladores, com idades entre 15 a 45 anos, de ambos os sexos, sem restrição ao tempo de prática. Como principais resultados: 80,8% (59) dos escaladores são usuários de drogas, sendo que a maconha é a droga mais utilizada durante a escalada. Isto causa várias alterações físicas e psicológicas. Os principais motivos que os levaram ao uso foram à influência de amigos, familiares e a curiosidade, onde 13,5% (8) deles tiveram contato com a maconha no ambiente da escalada. Concluiu-se que o uso de drogas lícitas e ilícitas entre escaladores ocorre, encontrado-se um grande número de usuários. Os motivos para o uso estão relacionados ao prazer que a droga lhes concede, e para a minoria, o benefício a sua performance.

Palavras-chave: escalada em rocha; performance; consumo de drogas.

Veja o artigo completo aqui