Trilhas do Parque Estadual da Pedra Branca (RJ)

29/07/2009

Costa, V. C. da, et al 

RESUMO

O Parque Estadual da Pedra Branca encontra-se inserido no centro geográfico do Município do Rio de Janeiro.  A área piloto do presente trabalho abrange sua porção menos degradada, a vertente leste (voltada para o bairro de Jacarepaguá). Buscando subsidiar o manejo do turismo sustentável dessa área, este trabalho visa detectar, analisar e desenvolver propostas de ecoturismo para as trilhas com maior potencial para atividades interpretativas, através de ações de educação ambiental. Elas foram hierarquizadas a partir da conjugação entre os aspectos geográficos, o seu estado de conservação e a possibilidade de utilização para visitação e práticas ligadas ao ecoturismo.  Foram destacadas duas trilhas principais para este estudo.

 Palavras-chave: trilhas, Parque Estadual da Pedra Branca, Rio de Janeiro

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Plano de Manejo da AEIT do Marumbi

29/07/2009

RESUMO

O Plano de Manejo da atual AEIT do Marumbi é um documento direcionado aos orgãos governamentais, setores da sociedade civil organizada, comunidades locais e proprietários rurais que estão direta ou indiretamente relacionados à gestão ambiental e econômica da área. Ainda que voltado a um público amplo, representa, no entanto, um instrumento técnico voltado principalmente à ação do setor governamental estadual e municipal no que tange à gestão da área.

 Palavras-chave: Serra do Mar, Paraná, gestão

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Agenda 21: capítulo sobre montanhas

16/07/2009

RESUMO:

A Organização das Nações Unidas – ONU realizou, no Rio de Janeiro, em 1992, a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (CNUMAD).

179 países participantes da Rio 92 acordaram e assinaram a Agenda 21 Global, um programa de ação baseado num documento de 40 capítulos, que constitui a mais abrangente tentativa já realizada de promover, em escala planetária, um novo padrão de desenvolvimento.

A Agenda 21 pode ser definida como um instrumento de planejamento para a construção de sociedades sustentáveis, em diferentes bases geográficas, que concilia métodos de proteção ambiental, justiça social e eficiência econômica.

Duas áreas de programas estão incluídas neste capítulo da Agenda 21, com o objetivo de aprofundar o exame da questão dos ecossistemas frágeis no que se refere a todas as montanhas do mundo. Essas duas áreas são as seguintes:

(a) Geração e fortalecimento dos conhecimentos relativos à ecologia e ao desenvolvimento sustentável dos ecossistemas das montanhas;

(b) Promoção do desenvolvimento integrado das bacias hidrográficas e de meios alternativos de subsistência.

Palavras-chave: Agenda 21; montanhas

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Matinhas nebulares e vegetação rupicola dos Aparados da Serra

16/07/2009

Daniel de Barcellos Falkenberg

RESUMO:

As encostas muito declivosas e as escarpas e os paredões rochosos dos Aparados da Serra Geral, vulcânicos nas partes mais altas, mas com porções areníticas expostas em partes mais baixas, são a borda leste do Planalto Sul-Brasileiro no sul de Santa Catarina (SC) e nordeste do Rio Grande do Sul (RS), onde as altitudes caem de 1000-1800 m no topo da Serra Geral para 100-800 m no sopé dela, ao longo de estreita faixa NE-SW (27°48′-29°21′ Se 49°15′-50°10′ W). A vegetação rupícola (VR) domina as porções mais íngremes, às vezes verticais (daí o nome “Aparados”), e originalmente era rodeada pela Mata Atlântica que ocupava as áreas com relevo mais suave, mas esta atualmente está praticamente restrita a áreas de acesso muito dificil ou a estágios da sucessão florestal ou a matas secundárias. A matinha nebular (MN) pode ser considerada o extremo superior do gradiente altitudinal da Mata Atlântica na região; suas árvores baixas (em geral com 6-8 m de altura), com folhas pequenas, têm os troncos e ramos densamente cobertos por epífitos, especialmente criptogâmicos. As comunidades de plantas da VR e da MN aqui amostradas em geral ocupam habitats inóspitos e quase sempre íngremes, localizados entre a mata atlântica de encosta (acima dela) e a vegetação planaltina (mata com Araucaria angustifolia [=pinhal] ou campo [seco, úmido ou turfoso]). Verificou-se a composição e abundância de espécies vasculares da VR e da MN através de levantamento semiquantitativo em 4 áreas: Serra do Corvo Branco (SC), Morro da Igreja (SC), Serra do Rio do Rastro (SC) e Serra da Rocinha (SC/RS). No Morro da Igreja (a 1710 m de altitude, município de Urubici) e na Serra do Rio do Rastro (a 1400 m de altitude, município de Bom Jardim da Serra)

Palavras-chave: vegetação de altitude

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Dossiê Baitaca

16/07/2009

Edson Struminski

RESUMO:

O Projeto SOS Baitaca foi criado em agosto de 2006 com o objetivo principal de realizar uma pesquisa que esclarecesse a sociedade a respeito de aspectos relativos a criação do Parque Estadual da Serra da Baitaca (PESB) e a sua implantação, que ainda não ocorreu, em uma área com cerca de 3.000 ha decretada unidade de conservação em 2002, em ambiente de Floresta Atlântica, a 30 km de Curitiba, capital do Estado do Paraná.

Neste estudo, foram levantados usos públicos e projetos governamentais, não governamentais e da iniciativa privada recentes relacionados ao parque, bem como foram identificados os problemas e algumas de suas demandas. Este estudo assemelha-se a um dossiê, ou seja diferentes documentos que tem como elo de ligação o parque estadual.

Um outro objetivo deste projeto foi sugerir propostas para a consolidação do parque como área de conservação do patrimônio histórico e natural, bem como para seu uso público equilibrado.

Palavras-chave: Parque Estadual Serra da Baitaca

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Esporte e ecologia: o montanhismo e a contemporaneidade

14/07/2009

Cleber Augusto Gonçalves Dias

RESUMO:

O objetivo deste artigo é tentar explorar as relações existentes entre o montanhismo e o contexto social contemporâneo. Nesse sentido, destacam-se, sobretudo, o diálogo deste esporte com os valores e discursos ambientalistas. Esta particularidade é apontada como um elemento de relativa inovação simbólica para o campo esportivo em geral, ao mesmo tempo em que reitera a longa duração de outros aspectos na constituição desse fenômeno social, particularmente na sua busca da natureza como lócus para prática.

Palavras-chave: esporte; ecologia; contemporaneidade.

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Escalada em rocha e seu potencial para a prática na região do município de União da Vitória

13/07/2009

Andrey Portela e Karin Juliana Sawiak Feitosa

RESUMO:

 
As atividades físicas de aventura vêem nos últimos tempos se expandindo de forma espantosa, proporcionando uma maior aproximação das pessoas com a natureza. Dentre todas as modalidades que são praticadas na natureza, a Escalada em Rocha é uma das que proporciona maior contato entre o homem e a mesma. O estudo teve como objetivo identificar e descrever o potencial da região do município de União da Vitória – PR para a prática da escalada em rocha, selecionando os possíveis locais para a prática e verificando o nível de interesse dos acadêmicos de Educação Física em relação à prática profissional e esportiva da escalada. Foram abordados no referencial teórico os seguintes assuntos: os esportes de aventura, o montanhismo, a escalada em rocha e o município de União da Vitória. Trata-se de uma pesquisa de campo, de caráter descritivo exploratório (ANDRADE, 1999). Os acadêmicos foram escolhidos através do processo de seleção probabilístico aleatório simples (MARCONI e LAKATOS, 2002), sem restrição à cidade onde residem, idade ou sexo, participando 45 acadêmicos em novembro de 2005. Para a coleta dos dados foram utilizados os seguintes instrumentos: ficha catalográfica, máquina fotográfica, fita métrica, mapa e carta topográfica e um questionário. Foi utilizada a estatística descritiva para o tratamento dos dados. Com base no estudo realizado, conclui-se que a região do município de União da Vitória possui um grande potencial para a prática, faltando incentivo e investimentos em infra-estrutura. Pôde-se verificar também que a grande parte dos entrevistados mostrou interesse tanto em praticar a escalada em rocha como se profissionalizar para trabalhar com este esporte.

 

Palavras-chave: escalada em rocha; União da Vitória.

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A influência da fadiga no tempo de reação de praticantes de escalada em rocha

13/07/2009

Andrey Portela

RESUMO:

A escalada em rocha é um esporte que vem se desenvolvendo e tornandose cada vez mais popular no Brasil. O esporte é considerado por natureza perigoso onde, o risco está sempre presente e acidentes não são raros, sendo que muitos deles podem levar à morte exigindo atenção e cuidado de seus praticantes. Este estudo teve como objetivo avaliar o Tempo de Reação com estímulo visual simples, estímulo auditivo simples e de discriminação (Visual ou auditivo) de atletas de escalada em rocha considerando o nível de fadiga e a experiência no esporte. Trata-se de uma pesquisa de campo, de natureza descritiva diagnóstica (RUDIO, 1986), sendo realizado com escaladores de rocha da grande Florianópolis, investigando praticantes do sexo masculino sem restrição a idade e ao tempo de prática neste esporte. A amostra foi escolhida através do processo de seleção não probabilística intencional, participando da pesquisa 20 atletas, no período entre junho e julho de 2005. Para a coleta dos dados foi utilizado um software de avaliação do tempo de reação (ANDRADE et al., 2002), um questionário para caracterização dos escaladores, inventário de ansiedade estado – IDATE (SPIELBERGER et al., 1979), a escala RPE de Borg (BORG, 2000) e uma parede artificial de escalada em rocha. A estatística descritiva foi utilizada para o tratamento dos dados. A média do tempo de reação dos escaladores para os estímulos visuais, auditivos e de discriminação, que é de 315 (±48,03) ms, 304 (±52,22) ms e 347 (±49,45) ms respectivamente. Conclui-se que a influência da fadiga no tempo de reação é negativa e significativa para o desempenho dos escaladores, comprovando-se que quanto maior o esforço, maior a influência; Os diferentes níveis de experiência dos atletas nesta modalidade não foram um fator de interferência positiva no desempenho do tempo de reação.

Palavras-chave: escalada em rocha; tempo de reação; fadiga

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Consumo de drogas lícitas e ilícitas por praticantes do esporte de aventura escalada em rocha

13/07/2009

Andrey Portela e Alexandro Andrade

RESUMO:


O estudo teve como objetivo descrever e analisar o uso de drogas lícitas e ilícitas entre os praticantes da escalada em rocha na Grande Florianópolis e em outros estados brasileiros, tendo como justificativa as indicações de Andrade e Portela (2000), sobre o grande número de praticantes que utilizam drogas ilícitas durante a escalada. A revisão de literatura abrangeu os tópicos “escalada em rocha, as drogas e o doping nos esportes”. Utilizou-se uma metodologia descritiva, aplicada, elaborando-se uma entrevista estruturada para ter um contato direto com os praticantes, com perguntas abertas, evitando inibir ou limitar suas respostas. A amostra não-probabilística intencional contou com 73 escaladores, com idades entre 15 a 45 anos, de ambos os sexos, sem restrição ao tempo de prática. Como principais resultados: 80,8% (59) dos escaladores são usuários de drogas, sendo que a maconha é a droga mais utilizada durante a escalada. Isto causa várias alterações físicas e psicológicas. Os principais motivos que os levaram ao uso foram à influência de amigos, familiares e a curiosidade, onde 13,5% (8) deles tiveram contato com a maconha no ambiente da escalada. Concluiu-se que o uso de drogas lícitas e ilícitas entre escaladores ocorre, encontrado-se um grande número de usuários. Os motivos para o uso estão relacionados ao prazer que a droga lhes concede, e para a minoria, o benefício a sua performance.

Palavras-chave: escalada em rocha; performance; consumo de drogas.

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Monitoramento do trecho inicial da trilha da asa delta

12/07/2009

Tiago Nunes et al

 RESUMO:

Entre os impactos ambientais negativos mais comuns oriundos do uso público na Serra do Mar paranaense está a abertura e uso das trilhas em encostas com alta declividade que resultam em incêndios florestais, processos erosivos e movimentos de massa. O presente trabalho é justificado pelo fato da face noroeste do morro do Anhangava, onde se localiza a chamada trilha da Asa Delta, ser extremamente frágil, pois o relevo é forte ondulado, os solos predominantes são pouco desenvolvidos e o índice pluviométrico é elevado. A vegetação no entorno desta trilha é vulnerável a ocorrência de incêndios florestais, pois encontra-se nos estágios inicial e intermediário de sucessão secundária. Os impactos na área são agravados devido ao fluxo intenso de visitantes, principalmente durante a Missa de 1º de Maio que ocorre no Anhangava, dia em que, até poucos anos atrás transitavam mais de 1500 pessoas na trilha. Devido a estas características, após a elaboração do trabalho, foi constatado que com a implantação das medidas de recuperação em 1996 e 1997, o trecho inicial da trilha apresentou uma diminuição significativa na largura e na profundidade. No entanto, passada mais de uma década após o termino das atividades intensas de manejo, em dezembro de 1997, a largura da trilha em grande parte dos pontos amostrais seguiu diminuindo, entretanto, a profundidade aumentou em quase todos os pontos.

 Palavras-chave: trilhas; impactos ambientais;  monitoramento

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A educação vai à montanha

07/07/2009

Londesmon Nunes Folha

RESUMO:

 Este artigo tem por objetivo abordar o montanhismo, que surgiu como esporte no século XVIII, até sua sub ramificação denominada de escalada indoor, modalidade esportiva essa que é utilizada como suporte educacional em instituições de ensino.

O autor pretende realizar um resgate histórico e demonstrar os benefícios que esta modalidade esportiva pode proporcionar aos alunos e ainda indicar que esse esporte está em perfeita consonância com os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) estabelecido pelo Ministério da Educação.

 Palavras-chave: montanhismo; escalada indoor;  educação.

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To Bolt or Not to Be

04/07/2009

RESUMO:

Este documento, traduzido para o português,  debate o uso de proteções fixas. Algumas  organizações de montanhismo estavam preocupadas com o fato de que, sem um consenso entre escaladores e montanhistas, outras instituições tentariam impor regras às nossas atividades. Em algumas regiões alpinas disputas maiores surgiram entre escaladores do tipo “plaisir” (prazer) e “puristas” – escaladores que preferem um estilo tradicional de praticar a escalada e o montanhismo. Esta disputa desencadeou um círculo vicioso de remoções, adições e novas remoções de grampos em certas vias.

 Em 1998, a pedido da Comissão de Montanhismo da UIAA, os clubes alpinos da Alemanha e da Áustria, criaram um grupo de trabalho para rascunhar um documento balizador. Uma ampla gama de pontos de vista foi considerada.

 O documento foi então apresentado no Encontro e Seminário Internacional de Escalada Invernal de 1999 em Aviemore, Escócia. Este encontro contou com mais de 100 escaladores de 28 países, que por unanimidade endossaram o documento. Ele conclama os escaladores de todo o mundo a considerarem-no detalhadamente, de tal forma que um consenso baseado na boa prática pudesse ser estabelecido e a liberdade para praticarmos nossas atividades protegida. O documento foi finalmente adotado pelo Conselho da UIAA em maio de 2000.

Palavras-chave: montanhismo; proteções fixas

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Recuperação de um platô em ambiente altomontano

03/07/2009

Edson Struminski e  Alexandre Lorenzetto

RESUMO:

Neste artigo está descrito um trabalho de recuperação de trilhas, platôs e bases de escaladas do morro Anhangava, na Serra do Mar paranaense, situado na porção leste da Região Metropolitana de Curitiba, capital do Estado do Paraná nas coordenadas geográficas de 49o00’ 03,38” S e 25o 23‘ 16,67” W.

O público (escaladores em rocha) que utiliza este local representa 30 pessoas por fim de semana. Apesar do pequeno público, o uso intensivo destes locais, transformados em verdadeiras “trilhas verticais”, por parte destes frequentadores, provocou danos que foram facilmente reconhecidos. Os trabalhos de recuperação consideraram interações entre o meio físico e biológico, aqui denominados de “ecologia de trilhas” e completam 10 anos, servindo não só para recuperar o ambiente do local como também para mudar a percepção dos usuários daquela montanha a respeito do uso público de áreas naturais além de inspirar novas ações conservacionistas.

Palavras-chave: recuperação de áreas degradadas; vegetação altomontana

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Orquídeas do Parque Estadual de Ibitipoca – MG

01/07/2009

Luiz Menini Neto e Rafaela Campostrini Forzza

RESUMO:

Nestas pranchas são apresentadas imagens, em web version, de orquídeas existentes nas montanhas do Parque Estadual de Ibitipoca

Palavras-chave: orquídeas; Ibitipoca

A origem deste arquivo está no site: http://serraquiriri.blogspot.com/

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Flores das montanhas de Minas Gerais

01/07/2009

Lucio de Souza Leone

RESUMO:

Nestas pranchas são apresentadas imagens, em web version, de flores de plantas existentes nas montanhas do leste de Minas Gerais.

Palavras-chave: flores; montanhas de Minas Gerais

A origem deste arquivo está no site: http://serraquiriri.blogspot.com/

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Plano de prevenção a incêndios em Aparados da Serra – SC

01/07/2009

RESUMO:

Este plano apresenta um sistema contínuo e integrado de prevenção e combate a incêndios florestais nos parques nacionais da Serra Geral e Aparados da Serra.

A partir dele pretende-se adotar medidas preventivas que venham a controlar possíveis focos de incêndios no interior das unidades e em seu entorno, procurando a integração com as comunidades, órgãos do governo, prefeituras e organizações não governamentais.

A partir deste plano pretende-se realizar treinamentos e palestras visando à aquisição de conhecimento e habilidades no uso controlado do fogo, estabelecendo procedimentos que possibilitem a aquisição de mão de obra qualificada, equipamentos e materiais que possam ser utilizados em metodologias já utilizadas e comprovadamente eficazes.

Palavras-chave: incêndios; Aparados da Serra;  Serra Geral

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